O futebol brasileiro vive cercado de patrocínio de casa de apostas, e hoje ficou mais claro por que isso preocupa tanta gente. A Polícia Federal deflagrou uma operação pesada mirando empresas que já estamparam a camisa de alguns dos maiores clubes do país.
O que é a Operação Arena
A PF investiga um grupo empresarial suspeito de usar estruturas no exterior pra esconder de onde vem e pra onde vai o dinheiro ligado a jogos de azar e apostas esportivas. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, além de quebra de sigilo bancário e telemático. O valor que pode ser bloqueado chega a R$ 1,1 bilhão.
Quem está no alvo
Entre os investigados está o advogado Nelson Wilians, dono de um grande escritório e conhecido por mostrar rotina de luxo nas redes: mansão, avião, carros caros, viagens. A PF também mira a empresa paraibana Pixbet.
E a ligação com o futebol
Aqui que a coisa esquenta pro torcedor: a VaideBet, ex-patrocinadora master do Corinthians, está entre as empresas investigadas. E a Esportes da Sorte, que hoje estampa a camisa do time como patrocinadora principal, está no centro da apuração.
Ou seja, não é só uma empresa qualquer, é o nome que literalmente está no peito do time em campo.
O que pode acontecer agora
Os investigados podem responder por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros crimes contra o sistema financeiro nacional. Ainda não há confirmação de punição aos clubes envolvidos, mas o caso deve pressionar o debate sobre patrocínio de bets no futebol brasileiro.
A gente acompanha esse desenrolar por aqui. Segue o Coelho Play pra não perder a atualização.
Fonte: Terra, Brasil de Fato, Metrópoles e Poder360
